armas do coração esperança
21 de setembro
Se mover para uma direção incerta
Certas decisões levam-me ao sábio desconhecimento
No caminho vazio de uma alma agora solitária
Simultânea esperança do tamanho do infinito
O tempo passa e qual obra retratará minha vida?
Os passos sincronizados e harmônicos de uma dança?
Ou o livro onde o raciocínio não pousa com o limiar
Da tola razão humana de sempre tentar explicar?
Renove-se, ouse, lute, busque
Aonde outros não foram por medo do arrependimento
Impiedoso nos fracos... ausente nos loucos
Vivo no instante dos raros momentos
Insanos que se entregam ao acaso programado
A sociedade que não escolhi
Direciona meus largos passos
Para um coração armado
Escrito por Erick Martins de Menezes às 17h11
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